Trabalhador é absolvido em processo administrativo após intervenção do SINDECTEB
Publicada dia 01/08/2022 11:31
A gestão operacional tentou responsabilizar o trabalhador por conta de um dano causado no smartphone, o passando um TAC, o mesmo recusou pois não havia cometido nenhuma irregularidade, ainda assim, a gestão insistiu, até mesmo conversando com a esposa do trabalhador, prontamente acionou o Sindicato, que o orientou e elaborou sua defesa, e ao término do PAD foi absolvido
Como não bastasse a falta de funcionários, excesso de trabalho e as péssimas condições nas unidades, o trabalhador foi vítima de uma “responsabilidade forçada e irregular” provocada pela gestão operacional.
Tentando imputar uma falsa responsabilização, a gestão pediu para que o trabalhador assinasse um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para se responsabilizar por um dano causado no smartphone vinculado à sua matrícula, mas causado por um empregado terceirizado.
Certo de que não havia causado o dano, o trabalhador procurou a assistência do Sindicato que prontamente foi atendido pelo jurídico e seguiu todas as orientações.
A primeira delas foi recusar a assinatura do TAC. Com a recusa, a gestão imediata ainda entrou em contato com a esposa do empregado, pedindo para que ela o convencesse a ignorar as orientações do Sindicato e assinar o termo, caso contrário o processo seria aberto e seria aplicada uma punição.
O trabalhador se manteve firme, seguindo as orientações do Departamento Jurídico e continuou rejeitando a assinatura do TAC, tendo em vista que não foi o causador do dano no aparelho.
Esgotado as tentativas de convencer o trabalhador e seus familiares com esta pressão psicológica, a gestão imediata concretizou o assédio com a abertura do processo administrativo.
A defesa do trabalhador foi feita e protocolada, e sem conseguir imputar uma falsa responsabilização, o trabalhador foi absolvido do processo.
A Diretoria do SINDECTEB aguarda o prosseguimento do processo administrativo contra a gestão imediata que tentou de forma irregular imputar uma falsa responsabilização contra seu subordinado.