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SINDECTEB protocola carta a Luiz Marinho e cobra ação do governo para garantir direitos e reequilíbrio dos Correios


Publicada dia 23/02/2026 15:30

Reunião em Bauru neste sábado, 21/02, contou com a presença do presidente José Aparecido Gândara, do diretor financeiro Anézio Rodrigues e dos diretores Laerte Claro, Rita de Cássia, Akira Kamia e Vinicius Marion, que dialogaram com o ministro Luiz Marinho sobre a situação jurídica e econômica da empresa.

O SINDECTEB protocolou, neste sábado (21/02), uma carta ao ministro do Trabalho, Luiz Marinho, durante agenda realizada em Bauru (SP). O documento solicita a atuação do governo federal diante da insegurança jurídica provocada pelo recurso da empresa ao Supremo Tribunal Federal (STF) e dos desafios financeiros enfrentados pelos Correios.

A carta questiona a decisão que suspendeu cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho após o julgamento do Dissídio Coletivo 2025/2026, atingindo direitos como gratificação de férias, plano de saúde, adicional de 200% em repousos e ticket extra. Para o sindicato, a medida compromete a estabilidade nas relações de trabalho e gera insegurança entre os trabalhadores.

O documento também apresenta propostas para reequilibrar as contas da empresa. Entre elas estão a revogação da Portaria MF nº 1.086/2024, o cumprimento do Decreto nº 12.464/2025 com repasse direto da União para custear a universalização e maior transparência sobre contratos de consultoria e o empréstimo de R$ 3,8 bilhões junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB). A criação da CIDE-Postal também foi defendida como alternativa para fortalecer o financiamento da rede postal nacional.

Durante a reunião, o presidente José Aparecido Gândara destacou a importância da interlocução institucional:

“Protocolamos essa carta para que o governo federal acompanhe de perto a situação dos Correios e contribua na construção de soluções que garantam os direitos previstos no acordo coletivo e o reequilíbrio financeiro da empresa.”

O diretor financeiro Anézio Rodrigues reforçou a necessidade de medidas estruturais:

“É fundamental recompor receitas, assegurar transparência e proteger o patrimônio público. Não podemos permitir que os trabalhadores sejam penalizados.”

O SINDECTEB seguirá acompanhando os desdobramentos e manterá a categoria informada.

Clique aqui para acessar a íntegra da carta protocolada pelo sindicato.

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