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FINDECT E SEST SE REÚNEM EM BRASÍLIA PARA DISCUTIR A CGPAR 42


Publicada dia 27/07/2023 16:05

• O objetivo principal desse encontro foi discutir os impactos da CGPAR 42 no Acordo Coletivo de Trabalho da categoria ecetista.

Em uma reunião realizada em Brasília nesta terça-feira, 26/07, os representantes da FINDECT, Anezio Rodrigues, Wilson Araújo, Silvana Azeredo, Telma Milhomem e da consultora Daniele Vasconcelos juntamente com Jussara, Cristian, Amilton, Elisa, Alano pelo SEST, se encontraram na Secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais para tratar da CGPAR 42 e seu impacto aos trabalhadores dos Correios.

A reunião, realizada em um momento crucial, ocorreu às vésperas da segunda rodada de negociação do acordo coletivo. Durante esse encontro, foram abordados os pontos centrais da CGPAR 42 e sua potencial interferência nas condições de trabalho dos funcionários dos Correios.

Silvana Azeredo, diretora de saúde da FINDECT, enfatizou a importância da SEST em seguir a orientação política do governo Lula, que visa priorizar os interesses dos trabalhadores. Ela afirmou: “É fundamental que a SEST esteja alinhada com as diretrizes do governo em defesa dos trabalhadores, buscando salvaguardar nossos direitos em meio às mudanças propostas pela CGPAR 42.”

Neste cenário político e sindical, os sindicatos filiados à FINDECT expressaram seu agradecimento aos Deputados do Maranhão Márcio Jerry, do PCdoB, e Rubens Júnior, do PT, assim como à Federação Brasil da Esperança, por articularem essa reunião e por defenderem com firmeza os direitos dos trabalhadores dos Correios.

O que é a CGPAR 42 e seu impacto no Acordo Coletivo de Trabalho

A CGPAR 42, ou Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União, é uma comissão criada com o objetivo de estabelecer diretrizes e parâmetros para a gestão dos planos de benefícios das empresas estatais federais.

Sua implementação tem gerado debates acalorados entre sindicatos e representantes governamentais, devido às possíveis interferências nas condições de trabalho e benefícios dos funcionários públicos.

Essa medida tem impacto direto no Acordo Coletivo de Trabalho da categoria ecetista, levando os sindicatos a buscarem diálogo e posicionamento para proteger os interesses dos trabalhadores dos Correios.

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